04 maio 2014

Idolatrismo, Fazer a Diferença e Audrey's Day

Isabella fã mode on

Eu já falei: acho o idolatrismo perigoso. Você sempre pode acabar se decepcionando com seu ídolo, vivendo demais por ele ou até mesmo esquecendo os motivos principais de todo esse amor. Mas quando se trata de respeitar e seguir alguma figura da história que deu mais do que razões para ser lembrado, eu apoio.
Se, por algum motivo, essa pessoa x lhe tocou, faça desse toque permanente, ou pelo menos provisórios. Se algo te mudou, não te esqueça disso.




As pessoas são feitas para deixarem marcas na vida dos outros. Marcas são marcas. Marcas que te deixaram após te levarem ao poço e marcas de escutar a melhor risada do mundo. Do que adianta viver, em um grupo, sociedade ou qualquer meio de convivência, sendo o fantasma do canto. Aquele que ninguém vai lembrar o nome, que ninguém vai saber dos gostos, princípios ou como a voz pode soar. As maiores personalidades da história são aquelas que levantaram o tom, até mesmo em silêncio. Não interessa se for devagarzinho, cochichando e rastejando. Te defende. Não fica no canto e não apenas passe pela vida das pessoas, mas sim deixe algo de você nelas.




Dito isso, posso falar sobre um dos melhores exemplos de pessoas que não passaram despercebidas. A Audrey Hepburn é muito mais do que um quadro na minha parede ou a fantasia da Blair em Gossip Girl. Audrey é uma das mulheres mais lindas do mundo. Pelo menos, do meu sim. Foi a diva de preto que uma vez disse "as garotas felizes são as mais bonitas", e falou isso, com certeza, por experiência própria. A atriz, modelo, fashionista e humanista tinha um coração maior do que o mundo, e foi desse jeito que conseguiu colocar sua opinião no mundo.




Querendo mostrar uma imagem feminina com um menor apelo sexual do que as pin-ups da época (década de 50, principalmente), Audrey adotou uma postura elegante e não tão decotada quanto o padrão de televisão e etc de sua Era. Nos anos 60, não havia uma única mulher que não desejava ser Audrey Kathleen Ruston. Seu cabelo, seus looks Givenchy e principalmente seu pretinho básico de A Bonequinha de Luxo eram copiados e interpretados por todos os lados. Uma salva de palmas à mulher moderna que nascera para ficar.
A Audrey era corajosa e imortal. És imortal. Feliz aniversário, Audrey, o mundo sente tua falta. 




Sempre vestindo felicidade,
A Tulista. 

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